Archive for novembro, 2011

30 novembro
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De olhos bem fechados

Você se lembra quando eu comentei aqui no blog sobre uma leva de blind dinners que aconteceriam no Sofitel durante esse fim de ano?
Pois então, EU ESTIVE LÁ! :)
E foi animal!
Só para relembrar, os blind dinners são refeições que você faz vendado, sem saber o que será servido – orientando-se através dos seus outros sentidos para conseguir não derrubar a taça, tentar adivinhar os ingredientes, etc.
Cheguei ao Sofitel e logo todos os 12 ou 15 participantes do jantar daquela noite estavam prontos para serem vendados e levados até suas mesas, dispostas em uma sala vedada do hotel.
O acompanhamento aos “vendados” e todas as informações iniciais foram transmitidas com MUITA simpatia pelas meninas do Ateliê no Escuro, que promoveu o jantar.
Eu e minha amiga sentamos juntas em uma mesa, sem enxergarmos um palmo na nossa frente. É nesse momento que bate uma certa ansiedade!
No caso da estabanada aqui era bem mais pelo medo de derrubar a mesa junto com prato, copo, talher e amiga no chão.
Mas logo você se sente mais tranquila, pois há uma equipe que te orienta a todo instante e te avisam que “estou servindo o vinho na taça próxima à sua mão direita”, ” vou trocar o prato pela sobremesa”, ” à sua esquerda estou colocando uma lavanda”… e assim vai.
A verdade é que em poucos minutos você cria uma mapa mental sobre todos itens dispostos ao redor do seu prato e consegue, magicamente, “orquestrar” tudo o que precisa. E eu digo isso com a propriedade de quem, sem venda, já teria espatifado a taça mais próxima e conseguiu manter a compostura até o final.
Antes de começar a comilança no escuro, toda uma “ambientação”  é criada para que os participantes entrem no clima da noite: músicos tocando instrumentos diferentões como derbak, carron, guizo de pé e outras percussões e sopros, que se mesclam os trechos de poemas que são recitados entre as mesas cada vez que um novo prato é servido.
Em pouco tempo você começa a sentir como se estivesse jantando no interior de uma tenda árabe, repleta de panos, almofadas, luminárias e se bobear um camelo decansando do lado de fora.
A audição fica muito mais apurada e as conversas das mesas ao redor começam a se tornar SUPER audíveis, como se as pessoas estivessem sentadas a um palmo de distância de você. Como não vemos sequer a cara da sala onde o jantar é servido, todo esse layout só seria descoberto ao final do jantar.
Por falar em pratos, essa foi a única parte que me deixou um pouco frustrada. Afinal de contas eu estava em um jantar feito pelo Chef do ótimo P. Verger e esperava mais criatividade e inovação em relação ao que foi servido:

ENTRADA LÍBANO

Homos, Babaganush e Tabule com pão sírio, torrada de alho e pão 7 grãos harmonizado com Vinho Libanes  Branco

O básico do básico do básico de qualquer restaurante árabe. Quando provei o Babaganush já pude até adivinhar quais seriam os conteúdos  dos outros potinhos.

Ou seja, não rolou muita dúvida sobre qual era a entrada, que estava deliciosa mas podia ter conferido um início muito mais intrigante ao jantar se fosse algo mais inusitado.

PRATOS PRINCIPAIS MARROCOS

1. Couscous de frango com linguiça calabresa, cenoura, nabo – harmonizado com Vinho Libanês Tinto

Couscous marroquino, gente! Santa dificuldade em adivinhar! ahhaha  Estava muito bom e bem condimentado e apesar de eu ter, desde o começo, apostado que levava frango, houveram diversas pessoas que pensaram ser um pernil.

E prova daqui, e cheira dali e desfia acolá…tudo para tentar descobrir de qual carne se tratava.

Além disso, o nabo se passou por xuxu fácil! E olha que eu dificilmente comeria um pedaço de nabo por livre e espontânea vontade – não só comi como também não achei ruim.  O que prova ainda mais que eu sempre devo estar aberta a novas opções, por menos apetitosas que elas me pareçam aos olhos. rs

2.Tajine de Cordeiro com damasco, uvas-passas e avelãs

Se teve um prato com algo de diferenciado foi esse.

90% dos comensais acreditaram que se tratava de alguma carne bovina um pouco mais fibrosa. E não que eu queira me gabar, hahah, mas tenho testemunhas de que o fundo adocicado do sabor do cordeiro não me permitiu acreditar que aquilo fosse uma alcatra ou whatever.

SOBREMESA TUNÍSIA

Arroz doce com leite de Laranja e espuma de chocolate/Tâmaras/ Folhado de Damasco harmonizados com Vinho Argentino de sobremesa Las Perdices – Malbec Ice

Bem executados, mas ainda assim muito fáceis de se adivinhar. Não teve desafio na parte mais deliciosa da noite!

Agora, esse vinho…ah…esse vinho! Já posso falar por aí o nome do vinho da minha vida!

Cheiroso, quase licoroso, com notas que lembram ameixas ou cerejas ou frutas roxas e suculentas…sabe deus quais seriam. Só sei que amei!

Após todo o jantar ter sido servido, tiramos nossas vendas e pudemos ver que aquela sensação de estar dentro de uma tenda árabe repleta de almofadas, lenços decorativos e etc não passou de uma divertida imaginação criada pelas nossas mentes, que foram devidamente influenciadas pelos músicos e todos os artíficios utilizados durante a noite para ativar nossos sentidos. Estávamos em uma sala super clean, desprovida de qualquer decoração. Ah, e as mesas ficavam a metros de distância umas das outras – o que prova que eu não sou tão surda quanto imagino, só preciso não enxergar para que os ouvidos voltem a ficar afiadíssimos. rs

Para finalizar, o Chef Patrick Ferry entrou em cena tanto para ouvir as impressões que tivemos sobre a noite quanto para detalhar todo o cardápio servido.

É nesse momento que os pratos são mostrados e aí, em meio ao vucovuco causado pela curiosidade de todos, eu tirei as belíssimas (só que ao contrário) fotos abaixo:

Entrada

Couscous Marroquino

Tajine

Sobremesas

Para quem se interessou, ainda dá tempo de se inscrever para o jantar do dia 15/12. O jantar no escuro promovido pelo Ateliê também apareceu durante o quadro Brasil sem Cigarro, no Fantástico —->Ateliê na Globo
Fica a dica de uma experiência que vale a pena ser vivida, nem que seja para ter mais consciência de como o nosso cérebro funciona em situações inesperadas. ;)

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23 novembro
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Suave ou Marcante? Pode ser o seu azeite predileto ou pode ser você…

Que o azeite de oliva é aclamado como uma das “gorduras” culinárias mais saudáveis todo mundo já deve saber.

E que de uns tempos para cá surgiram no mercado inúmeras opções como os azeites aromatizados  e variedades dos mais diversos pontos produtores no planeta desembarcaram nas prateleiras, você também já deve ter notado. Ou seja, o campo dos azeites parecia estar bem completo.

Mas um lançamento recente me chamou a atenção por um motivo simples e direto: não sou fã do produto. Simplesmente não acho o sabor muito agradável, o que pode ter a ver com a minha opinião inconsistente sobre azeitonas e seus derivados. Exemplo: gosto de um bom tapenade mas não suporto a ideia de tirar uma azeitona do pote da conserva e enfiar na boca. Vai entender…

O fato é que a Cocinero lançou dois novos produtos, os Azeites extra-virgens nas versões Marcante e Suave.

E te dou uma bala Jukinha se você adivinhar qual me cativou de verdade!

O Cocinero Suave, minha gente! Ele é mais adocicado do que os azeites normais, sabe? Uma coisa mais leve, mais frutada! Adoro!

Dizem até que essa é uma versão considerada ideal para quem “está descobrindo o mundo dos azeites”. :)

A outra versão, Marcante, deve ter sido pensada para aqueles heavy users que vão adorar o sabor mais intenso que mescla amargo e picante.

Gostou da dica? Pois vai gostar ainda mais agora!

Em parceira com o BOCCANERVOSA, a Cocinero promove uma promoção de Natal que vai levar até a sua mesa esses dois novos sabores – e algumas “cositas mas”

Todas as respostas para a pergunta “Você se considera Tradicional, Suave ou Marcante? E por quê?” serão avaliadas pela Cocinero, que escolherá as duas melhores para que seus autores ganhem os seguintes presentões:

1° lugar: Kit de produtos Cocinero  + bolsa personalizada  + 1 iPod shuffle

2° lugar: Bolsa exclusiva + kit de produtos Cocinero

Para participar é necessário seguir a mecânica abaixo:

  • Curta a página do BOCCANERVOSA no Face (aqui)
  • Poste sua frase nos comentários embaixo do link para esse post aqui, que vai estar no Mural daqui a pouco
  • Compartilhe no seu Mural esse mesmo link do post. Afinal de contas é preciso anunciar ao Universo as coisas que queremos para que ele possa nos dar todas elas.rs

Olha só alguns exemplos de quem já curtiu a página, postou a frase e compartilhou o link:

Pronto! Você estará concorrendo e pode mandar quantas respostas forem criadas pela sua imaginação, sempre seguindo a mesma mecânica para todas elas.

Serão aceitas todas as respostas enviadas até às 23:59 do dia 18/12 e os vencedores serão anunciados até às 22:00 do dia 21/12, lá na página do Face

Então vai lá, corre botar a caixola pra funcionar e boa sorte!! ;)

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22 novembro
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Os melhores cookies do mundo (ou de NYC, como queira)

Como diriam nos programas vespertinos: Vamos falar coisa boa, amiguinha? Vamos falar então de GULOSEIMAS DE NYC!

Uma querida que está em NYC, a Adriana Ribeiro, ficou impressionada com os cookies absurdamente deliciosos feitos pela Levain Bakery e achou muito digno que eles estivessem presentes aqui no BOCCANERVOSA.

Eu fico é muito feliz, pois adoro quando escrevem posts aqui pro blog e gosto mais ainda quando se trata de qualquer coisa vinda de NY. :)

A Levain é uma padaria artesanal em Upper West Side e seus cookies de 170 gramas CADA UM foram considerados pelo jornal The NY Times como “os mais divinos” da ilha de Manhattan.

Mas vou deixar a Dri contar melhor sobre esse belo achado:

“ I spy with my chillybeans eyes Levain bakery on the West Side!

-this is not just a story about a cookie.

O sábado amanheceu ensolarado em New York City. Os raios de sol davam um toque especial as cores que o outono traz a cidade a esta época do ano. 

Às 10:30 da manhã  as crianças brincavam nos parques, as pessoas caminhavam com seus cachorrinhos e, para quem havia acordado com fome naquela manhã, as opções para um autêntico “west side brunch” eram plenas.

Depois de caminhar por alguns blocos, admirando a arquitetura ao redor e dizendo um lovely  “hello, NYC! I missed you very much” a esta cidade TÃO especial, finalmente cheguei ao meu destino: Levain Bakery!

E foi o destino mesmo que me levou até lá! O mesmo destino que me fez mudar para SP por alguns tempos, para que eu encontrasse o meu futuro; que deu uma escapadinha para São Paulo sem me avisar! Mas esta é outra historia!

Vamos ao que interessa:

Levain Bakery…. Imagine um cheirinho de chocolate que te envolve de uma maneira que, sem perceber, você comeca a sorrir sem nenhum motivo!!

Assim que você pisa na esquina da Amsterdam Avenue com a 74th Street é este o  aroma que te faz descer no basemant do prédio 167, onde existe a melhor cookie de NYC!!!!

O lugar é obviamente super simples! Muitas vezes em NY quality comes like that, with simplicity! 

Havia fila, mas o serviço é nota 10!

Assim como me sugeriram, pedi uma Chocolate chip walnut cookie e um copo de leite. Talvez isso tenha me custado USD 5,50 but i am not so sure já que a ÚLTIMA coisa na minha cabeça era dinheiro!

Sente só a altura desse cookie e o tanto de recheio que vai no meio dele!!!

 

Tudo que eu queria era saborerar aquela cookie e curtir o vibe da minha estação favorita, que é o Outono em New York!

A cookie era bem encorpada, com nozes e pedaços de chocolate quentinhos que derretem na sua boca junto com aquela massa docinha e soft!! 

Perfect combination with milk but i believe a cup of Joe for those who are a fan would go with the cookies just fine too.

Depois de comer metade da minha cookie resolvi caminhar para o meu local predileto na city: Strawberry Fields.

Lá, terminei de saborear meu café da manha ao som de Beatles e outras músicas tocadas pela galera que, assim como eu, adora um hang out time at Central Park!

Tamy, este passeio é um totally must do while you are in the city. Se o tempo estiver bom, vá caminhar no parque depois de comprar as cookies. Se estiver nevando, compra um hot chocolate e senta na janelinha da bakery e enjoy the snow flakes falling down!

Faça chuva ou faça sol, não deixe de visitar a Levain Bakery!

Maiores informações sobre a Levain Bakery podem ser encontradas no site: http://www.levainbakery.com/“ 

 

Aff. Que pecado esse cookie!  Obviamente estará na minha próxima To Do List quando voltar a NYC.

 

Enquanto isso fico aqui, na vontade. E desejando que venham mais dicas deliciosas como essa, de quem quiser se aventurar aqui pelo blog. Be my guest!! ;)

 

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14 novembro
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Italy, o badaladinho da Oscar Freire.

Tem lugares que mal foram inaugurados e já se tornam impossíveis de passar na porta.

Esse é o caso do Italy, que na Oscar Freire só deve perder para a Bacio di Latte - que, aliás, vale a fila, a visita e o prazer de provar o melhor sorvete de pêra do planeta.

Mas voltando ao Italy,o novo empreendimento de dois Paulos com toque de Midas: Barros (Due Cuochi) e Kress (Káa), vive cheio desde o dia em que abriu as portas.

Cheio de gente “dos Jardins”: aquele forfé de grupos de peruas, cinquentões em seus carrões, menininhas de boutique e por aí vai. Juro que dá preguiça de enfrentar a fila e tolerar a falta de atenção das duas hostess, que somadas, não dão uma.

Mas a proposta de ser uma trattoria de luxo a preços não abusivos convence qualquer um a se manter firme nessa primeira etapa da visita.

O ambiente é bacana, minimalista e aconchegante mas com um toque de badalação, considerando a trilha sonora no estilo “As 10 melhores da JovemPan”.

Já o serviço, esse eu achei que ainda é meio confuso apesar de não se tratar de uma casa aberta por novatos. Possivelmente você será questionado sobre o vinho que quer tomar pelo garçom, pelo maitre e por mais alguém que ainda não tenha tido a oportunidade de lhe perguntar.

Mas vamos ao que interessa, a comida. O menu é bem atraente e tem opções suficientes para que, mentalmente, já seja prevista uma nova visita ao lugar.

Dispensamos o couvert e sabendo que apesar de lindas e tentadoras, as opções do carrinho de antepastos poderiam acabar com o fôlego para o restante do jantar. As opções de combinações são imensas (conservas (R$29,00), conservas + embutidos (R$35,00), conservas+ embutidos +queijos (R$ 42,00) e né…eu não morreria de lombriga por causa delas.


Pedimos então duas entradas: a Polenta gratinada com taleggio e cogumelos e a Focaccia recheada de mussarela de búfala, shitake e rúcula – cada uma custava entre R$ 17 e R$ 25.

A polenta estava simplesmente divina, o sabor marcante do taleggio totalmente encorporado a polenta de colher, que chegou fumegante à mesa.

Acostumada que estou com as focaccias do Zena, até achei que minha porção tivesse sido trocada na cozinha. Mas eram elas mesmas, as focaccias em forma de mini hamburger de massa super macia e crocante e recheio bem harmonizado.

Ainda assim prefiro aquelas que saem do forno de Carlos Bertolazzi, que chegam a ser etéreas de tão delicadas que são. Aquela coisa que envolve cuidado e capricho, sabe?

Bom, pelo tamanho dessas entradas percebe-se que o plano de não exagerar logo no começo foi para as cucuias.

Os pratos principais foram escolhidos com o intuito de nos acolher, então as opções mais mirabolantes ficaram de fora dessa vez.

Pedi um Pici ao sugo de calabresa, funghi e grana padano (R$ 37,00).

A foto tá uma “belezura”, mas o fato é que a massa estava sensacional. Molho cheio de sabor, repleto de fatias finíssimas de uma ótima calabresa artesanal que envolvia uma massa com gosto de feita em casa e no ponto exato de cozimento. ai como eu desejei ter um pedaço de pão para aproveitar aquele restinho de molho!

Meu namorado pediu o Risotto al funghi com escalopes de mignon (R$ 48,50) da foto aí de cima e olha…alguns pontos a serem considerados:

  • A porção pode não parecer na foto, mas era algo similar aos pratos infantis. Uma camada ridícula de fina do risotto e 3 micro escalopes que foram comidos, vagarosamente, em 5 minutos.
  • O arroz estava no ponto certo, mas havia uma cremosidade em excesso no risotto.
  • Os escalopes não estavam tão macios quanto poderiam estar.

Vou considerar esse como um prato bom, pelo sabor de tudo o que tinha ali no meio dele. Mas, definitivamente, não fazia jus a aura de “impecável” que impera no reino Barros-Kress.

Decidi pedir a sobremesa mais por uma questão “investigativa” do que por lombriga. As opções não são as mais animadoras do planeta e as que mais me atraíram foram a Merengata de Pistache e o Petit Gateau de Limão Siciliano (ambos R$16,00).

Fazia tempo que eu não me surpreendia com um petit “mal-fadado”gateau! Esse tinha uma casquinha externa tão crocante e deliciosa, que me conquistou. Lembrava até mesmo uma massa a base de farinha de amêndoas, mas provavelmente isso é só uma grande loucura da minha cabeça. O recheio lembrava muito o sabor de uma mousse de limão e tinha consistência super aveludada. Fica o aviso: é doce pra diabo! Somente indicado para heavy eaters!

O namorado foi de Mil folhas de baunilha (R$ 15,00) e não sei mas talvez aquele não fosse o dia de sorte dele.

A massa folhada era muito fresca e se esfarelava ao menor toque do garfo. Só que aí o creme feito com baunilha em fava, todo cheio de potencial…não tinha gosto de nada. Nada vezes nada!

Enfim, considere que eu adorei a comida e meu acompanhante prefere a cantina que ele vai todo mês no bairro em que trabalha.rs

No fim das contas, ou melhor, da conta de R$ 194,00 não me senti beneficiada pelo boato de que lá “não se gasta TANTO”. Talvez eu é que não esteja indo a tantos lugares dispendiosos quanto os frequentadores de lá. ;)

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11 novembro
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Novos Aires!

Após algumas semanas em clausura, o BOCCANERVOSA está de volta. Vocês não imaginam o siricutico que me deu durante todos esses dias por saber que eu não podia postar e nem ninguém poderia acessar e por aí vai.

Tudo por uma ótima causa!

Como vocês podem perceber o blog está de cara nova e domínio novo- desculpa que agora ele é BOCCANERVOSA.COM…ran!! hahah

Ainda faltam alguns ajustes e pequenos detalhes, mas eu nasci de 7 meses (ou pelo menos deveria ter nascido) e não aguento esperar até que tudo fique 100% redondo.

O fato é que eu não sei se estou mais feliz pela nova cara do blog ou se é porque serei uma Sra. em menos de 24 horas (!!!) ou então por finalmente terem início minhas  micro -férias e, então, vou me esborrachar de comer em Buenos Aires a partir da semana que vem.

Resumo: tô rindo a toa! :)

Então preparem-se para os posts que virão após a semana do feriado, talvez eles sejam úteis para quem ainda não conhece Buenos Aires e pretende manter o fatty mode on quando for pra lá.

Muchas gracias a Le Pitanga e Debora Aliprandi que me deram dicas preciosíssimas!! ;)

 

 

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