Archive for the 'Be my guest!' Category

15 outubro
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Mixido Express: Subway versus arroz com feijão em Brasília

Mexidão na praça de alimentação do shopping. Essa, pra mim, é novidade…e coisa nova que ainda não chegou por aqui.

Lá de Brasília, o jornalista Olavo Soares conta no BOCCANERVOSA como foi sua primeira visita a essa seara que pode (e eu acho que DEVE) ser explorada pelos restaurantes de comida rápida: a das opções mais intimamente comfort para nós, brasileiros.

 

Descobri o lugar totalmente por acaso. Curto explorar restaurantes diferentes, buscava uma alternativa para o almoço e fui atraído pela fachada simpática e que anunciava um prato a R$ 9,90.

Foi assim que fui parar no Mixido Express, na 403 Sul, em Brasília. O lugar tem uma aparência interessante. Em muitas coisas – e acredito que isso seja proposital – lembra o Subway: também usa verde e amarelo como cores, faz-se o pedido e vai-se andando ao longo do balcão para a adição de ingredientes, e no fim pega-se o prato pronto para comer.

Mas essa “inspiração” resultou em um restaurante muito brasileiro, saboroso e com bem mais “sustância” que o Subway. Em linhas gerais, trata-se de COMIDA, e não de um sanduíche.

Explicando como funciona: há duas opções de mexido, o grande (R$ 14,90) e o pequeno (R$ 9,90). O grande permite a escolha de dois tipos de carne e o pequeno de somente um – e acredito que essa deve ser a única diferença entre os dois; em um dos dias que fui ao restaurante, estava com um amigo que pediu um pequeno (eu escolhi o grande) e não havia diferença significativa entre nossos pratos. As carnes disponíveis são carne seca, carne bovina (não sei bem a diferença para a seca…), carne moída, frango, linguiça calabresa e peito de peru. Mas ainda antes da definição da carne é feita a primeira escolha: se o prato será preparado com azeite ou manteiga.

O cliente pode escolher seis opções de acompanhamentos. As opções incluem tomate, cebola, azeitona preta, alface, tomate seco, queijo e outras. Há duas alternativas de arroz – branco ou integral – e feijão (preto ou carioca). Resta então escolher sobre a presença de batata palha e farofa e…

… e a magia acontece. Todos os ingredientes são misturados de maneira uniforme e atropelada. O “mexido” do nome do estabelecimento se manifesta: colher pra lá, colher pra cá, e tem-se um belíssimo prato à frente.

Mais que belo, é grande – alimenta mesmo! E, ainda mais importante, é BEM gostoso. Como citei no início do post, é comida de verdade. Costumo comer bastante e passo aperto com a pífio cardápio de muitos restaurantes por aí. Já no Mixido, o prato garante aquela energia para toda uma tarde.

E, reiterando, apenas por R$ 14,90!

O Mixido Express consagrou-se para mim como uma ótima opção de fast-food-que-alimenta. Curiosamente, apesar de todo o jeitão de rede, a loja que conheci é a única – o que significa que quem quiser provar o mexidão precisa se deslocar à Asa Sul da capital federal. Também não há site oficial, delivery nem outros meios para acesso aos pratos. Da minha parte, deixo a torcida para que o Mixido Express se torne uma rede, mantenha os preços acessíveis, o sabor agradável e tamanho dos pratos mais que suficiente.

 

Mixido Express

CLS 403 Bloco D Loja 16

Asa Sul

Brasília

(61) 8118-7779

29 junho
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Nesse inverno, beba cerveja!

Quem costuma transitar pelos restaurantes de São Paulo pode notar a proliferação de estabelecimentos, como o Ciao Vino&Birra, que oferecem vastas cartas de cervejas premium, daquelas que se pede para degustar com calma e não para encher a lata. Cervejas essas que agora ganham sommeliers que as harmonizam com os mais diversos pratos.

Para que você conheça um pouco mais sobre algumas cervejas que fazem parte dessa tendência, quem escreve aqui hoje é Rafael Lucca - Sommelier de Cervejas Doemens Senac, do BebaCerveja.

 

Que tal passar os 365 dias do ano tomando cerveja? Quem toparia esse desafio?

Tudo bem, você não precisa beber todos os dias, até por que o álcool em excesso faz mal. Mas o propósito desse texto é mostrar a todos os leitores do BOCCANERVOSA que você pode optar pela cerveja em qualquer ocasião, ou seja, a cerveja passa a ser um item de escolha para acompanhar seus momentos e aventuras gastronômicas.

Quem aqui já imaginou um jantar romântico sem vinho, réveillon sem champagne, fazer um queijo e cerveja ir muito além da mussarela fatiada com azeite e orégano do botecão? Saibam que tudo isso e mais um pouco é possível com a cerveja, ela vai muito além da loirinha geladinha – hoje em dia ela virou item gourmet com aromas, sabores e texturas muitas vezes mais complexos que muitos vinhos.

O desafio aqui é quebrar paradigmas e mostrar novas experiências, como por exemplo você poder beber boas cervejas no inverno, se aquecer e ser surpreendido diante de algumas boas combinações.

 

Fondue

A comida símbolo do inverno. Passar a estação sem comer fondue é a mesma coisa que ir ao Vaticano e não ver o Papa.

O queijo tem gorduras e uma regra fácil da harmonização é que o álcool e a carbonatação – também conhecida como espuma da cerveja – ajudam a limpar o nosso paladar pronto para receber mais um pedaço de queijo.

A base do fondue é queijo Emmental e Gruyere  e para as ambos serve a mesma premissa: escolha cervejas com teor alcoólico mais elevado.

Proposta de harmonização: Falke Tripel Monasterium – Garrafa 750ml – 9% álcool – Preço médio R$ 55,00

Produzida em Minas Gerais pela Falke Bier esta cerveja do estilo Tripel, apresenta uma coloração amarela clara, com boa formação de espuma e apresenta aromas e sabores frutados, levemente cítricos, apresenta um equilíbrio entre refrescância e um leve aquecimento devido ao seu teor alcoólico.

Com a refrescância que esta cerveja apresenta é o fim das bochechas vermelhas e aquele suadouro que o fondue provoca.

Espaguete à Carbonara

Outra delícia que o inverno nos proporciona. Quem não gosta daquele macarrão quente, cheio de Ovos, Bacon e Queijo Pecorino ralado? Quem já teve a experiência de conseguir harmonizar esta maravilha com vinho? Pois é meus amigos, ovo e vinho caminham em direções opostas, são de gangues diferentes na máfia da comida, são água e óleo, Ruth e Raquel. Não se misturam, um não vai com a cara do outro, mas a cerveja é amiga dos ovos, e um estilo especifico harmoniza muito bem com os ovos, se eles estiverem acompanhados de Queijo Pecorino e Bacon o casamento é perfeito.

Estamos falando das cervejas de Trigo, normalmente a porta de entrada de todos os iniciantes em cervejas especiais. Para o inverno aproveite as cervejas do tipo Weizenbock, elas apresentam um teor alcoólico mais elevado, perto de 8% na média.

Proposta de harmonização: Weihenstephaner Vitus – Garrafa 500 ml – 7,7% álcool – Preço médio R$ 14,00

Fabricada pela cervejaria mais antiga do mundo em atividade esta cerveja do tipo Weinzenbock apresenta uma cor dourada, isso mesmo uma cerveja Bock e dourada, quem disse que precisa ser escura para ser Bock?

Com ótima formação e persistência de espuma, no aroma sentimos a presença de malte, banana e cravo – chamados ésteres frutados, provenientes do processo de produção da cerveja – não vai banana nem cravo é a fermentação que faz isso acontecer na sua cerveja – no paladar há um ataque adocicado e frutado que logo dá espaço para um amargor agradável e equilibrado com a presença do álcool.

Esta é uma das minhas cervejas Top 10 – ótima relação custo benefício.

Porém, a gente não quer só comida, a gente quer bebida, diversão e DOCES. Sim, comer muito doce no inverno: chocolate, doce de leite e tudo aquilo que engorda muito.

Acabou aquele jantar maravilhoso, vai servir aquela sobremesa que vai fechar a noite com chave de ouro, sabe aquela hora do vinho do porto, aquele licorzinho e depois o café, que tal mais uma cerveja? A idéia não é ter experiências gastronômicas? Então vamos lá:

Proposta de harmonização 1: Kriek Boon – Garrafa 350 ml – 4,5% álcool – Preço médio R$ 25,00

Cerveja do tipo Fruit Lambic, onde as cerejas são adicionadas durante seu processo de fermentação, não é uma cerveja DE frutas é uma cerveja COM frutas.

Que tal um Creme Brulée com a Kriek Boon? Ou então um bolo cheio de chocolate? É a famosa harmonização Floresta Negra, uma explosão de sabores em sua boca, a cerejinha do seu bolo!

Proposta de harmonização 2: Samichlaus – Garrafa 350 ml – 14% álcool – Preço médio R$ 30,00

Estamos falando de um Malt Liquor, cerveja com alta potência alcoólica que apresenta notas de caramelo, toffe e toques amadeirados, proveniente do seu processo de envelhecimento.

Apresenta um sabor adocicado e a sensação de que estamos realmente tomando um belo licor, o álcool se faz presente em todos os momentos, mesmo assim a cerveja é extremamente agradável, perfeita para acompanhar sobremesas a base de chocolate, doce de leite ou apenas tomar como um licor, em cálices pequenos.

E então… as opções te deixaram tentados?

Ah, não se esqueça: como estamos falando em cervejas especiais, quero deixar claro para vocês que a apresentação é muito importante. Você não precisa ter nenhum copo específico para cada tipo de cerveja, mas pode muito bem usar aquela taça de vinho branco, fica super legal e valoriza a sua cerveja.

Caso você não encontre essas cervejas no mercado use a criatividade, leia os rótulos se não achar a Tripel Monasterium, substitua por outra Tripel, existem outros tipos de Fruit Lambic, experimente com framboesa, pêssego ou morango.

E lembre-se que como estamos no inverno a cerveja não precisa estar estupidamente gelada, até mesmo por que as baixas temperaturas mascaram os aromas e sabores.

Beba Menos. Beba Melhor!

 

03 abril
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A Índia além das vacas e riquixás

O Klein já veio aqui contar sobre uma de suas viagens para Bali e agora ele volta para falar sobre a última visita que fez à Índia e tudo o que (conseguiu) comer por lá.

Vem!

Fonte: http://www.flickr.com/photos/betta_design/

“É quase um consenso entre viajantes, médicos e guias de viagem que, em estadias de menos de duas semanas na Índia, a dieta deve ser estritamente vegetariana de forma a evitar possíveis complicações gastrointestinais devido aos temperos e especiarias usadas nos pratos que levam carne. Nos dez primeiros dias que eu e a Carol passamos na Índia ficamos restritos a uma meia dúzia de três pratos a saber: biryani, dal fry, aloo gobi; além de arroz e saladas de tomate e cebola.

Dal Fry: lentilhas cozidas com especiarias

A comida indiana é, assim como a tailandesa, bastante apimentada. O que difere as duas (isso na versão de um leigo na cozinha, no caso eu) é o fato de que o fator “picante” faz parte da comida tailandesa, mas não eclipsa o sabor dos pratos que você come. Na Índia, tem-se a impressão que o tempero sempre se sobressai além do necessário, além de parecer que tudo o que você come tem o mesmo gosto.

Contudo, com o tempo você começa a diferenciar os sabores, os pratos apimentados não parecem tão apimentados assim, os olhos ficam menos marejados quando você come, os lábios ficam menos avermelhados e a garganta menos inchada.

Enfim, tudo isso pra dizer que os nossos primeiros dias foram de adaptação e de certa forma meio insossos dada a pouca variabilidade de nossas refeições.

Isso começou a mudar em nossa penúltima noite na Índia, quando voltamos para Nova Délhi para pegar o avião de volta para o Brasil dois dias depois. Na árdua tentativa do nosso táxi tentar encontrar o nosso hotel, andando pelas estreitas e movimentadas ruas de Karol Bagh (um ótimo lugar para os turistas), a Carol vê um restaurante abarrotado de gringos.

Karol Bagh

Um restaurante abarrotado de gringos significa que:

i) ele é recomendado por um guia de viagens;

ii) provavelmente a comida é menos apimentada.

Assim que achamos o hotel e nos instalamos, corremos para o “Spicy Bar”. Não sei exatamente onde se encaixa o “Bar” nesse caso, visto que essa palavra só é encontrada em estabelecimentos que comercializam exclusivamente bebidas alcoólicas. Decidimos que a nossa dieta até então semi-vegetariana (era parcialmente quebrada em visitas esporádicas ao McDonalds e KFC) seria quebrada definitivamente naquele dia. A viagem já estava acabando e o perigo de adoecer não atrapalharia mais os nossos planos.

Como entrada, o restaurante fornece uma porção de cebolinhas roxas acompanhadas de um molho de erva-doce bastante suave. Um dos pontos mais interessantes do relacionamento entre eu e a Carol é que os dois adoram cebola e comem aos montes quando possível. Dessa forma, o mau-hálito provocado pelas cebolas fica em segundo plano. Além disso, pedimos alguns chapatis (como se fosse um pão sírio, só que menos encorpado) e acatamos a sugestão do dono do lugar e pedimos pão de alho, que revelou-se ser uma das estrelas da noite. A opinião foi unânime de que esse foi o melhor pão de alho que já comemos em nossas vidas com sobras.

Como pratos principais pedimos o Tandoori Chicken, o Kashmiri Curry e arroz para acompanhar o curry. Apesar de ter passado 45 dias na Índia entre 2008 e 2009, a única vez que comi Tandoori Chicken foi em uma pequena cidade da Malásia, país com forte presença indiana. Tandoori significa “feito no tandoor”; tandoor por sua vez é um forno cilíndrico feito de barro. Portanto, Tandoori Chicken é um frango feito no forno cilíndrico de barro. Antes disso ele é marinado em um iogurte temperado com alho, gengibre, pimenta, entre outras especiarias. Depois de assado ele fica com uma coloração bem avermelhada e o sabor é quase impossível de ser descrito de tão bom que é. É forte e ao mesmo tempo suave, sendo que é possível distinguir boa parte dos ingredientes que vão no frango. Quanto ao Kashmiri Curry, nós o pedimos porque estava escrito “everyone’s favourite” no cardápio. E de fato ele é muito bom! Um típico curry de frango, um pouco forte, mas na medida e que casou bem com o arroz que pedimos.

De sobremesa, uma bola de sorvete de coco e gulab jamun, doce conhecidíssimo da dona deste blog e que certamente a fará relembrar dos almoços no indiano da Rua Matias Aires (em frente ao “Grego”) na região da Paulista.

Gulab Jamun: bolinhos embebidos em calda de água de rosas

 O dono do lugar gostou da gente, sugeriu pratos, conversou, ajudou, pediu pra trazer mais cebolas e por fim nos convidou a fazer um tour pela cozinha. Lá, gravamos o cozinheiro fazendo o pão de alho e o curry, além de posarmos para fotos com todos os integrantes da cozinha. Não contente, o simpático senhor de turbante nos levou a outro restaurante da família, o “Aroma Spice”, apresentou o dono e nos ofereceu uma xícara de chai. Para finalizar, uma pitada de sabedoria: ele disse que em primeiro lugar eu tenho de fazer a Carol feliz; depois, Deus(qualquer que seja ele) se encarregaria da minha felicidade. Um belo exemplo da hospitalidade indiana que, infelizmente, acaba sendo sendo dissipada na espessa nuvem de riquixás, poluição e pessoas má-intencionadas que todos os turistas acabam tendo de enfrentar.

 Vamos às contas: uma cerveja (Kingfisher) + Tandoori Chicken (4 pedaços) + Kashmiri  Curry (uma tigela cheia) + arroz (um prato grande) + chapatis + pão de alho + sorvete com gulab jamun = R$ 28 para o casal.”

Para quem se interessou, o tal do restaurante próximo a Av. Paulista é o lactovegetariano de inspiração indiana Gopala Hari ;)

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13 março
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Aventuras (gastronômicas) em Cuba

Viajar é preciso e hoje a terra de Fidel e dos melhores charutos do mundo é o destino que você terá uma palhinha, através da experiência de Debora Aliprandi.

“Nunca pensei em ter um blog… Sempre achei que a disciplina e a criatividade necessárias para deixar tudo sempre atualizado e interessante eram demais pra mim… No entanto, sempre li os blogs de minhas amigas com muita empolgação e admiração… E quando minha querida Tamyris me pediu para escrever um post sobre a minha recente viagem a Cuba,  confesso que fiquei muito feliz, além, é claro, de estar matando a curiosidade de ser blogueira por alguns instantes! Então, meus 15 minutos de fama começam com uma pequena descrição deste lugar tão diferente e curioso que é Cuba!!


Imagine um país onde a internet é proibida, onde os salários de TODOS os cidadãos giram em torno de 15 a 20 dólares por mês, e onde o governo é quem dita todas as regras, penetrando na cabeça e na vida das pessoas com um idealismo impressionante… Mas imagine também um país com as praias mais lindas que você já viu, com uma riqueza cultural incrível, e com um arquipélago riquíssimo formado de vários Cayos, pequenas ilhas pouco habitadas e lindíssimas, no meio do Caribe… Eu diria que, em linhas gerais, isto é Cuba!

E como o foco aqui é culinária, deixa eu contar um pouquinho do que vi e provei de comida por lá… A gastronomia em Cuba é, em alguns aspectos, até que bem parecida com a nossa aqui no Brasil. Eles comem muito arroz com feijão, por exemplo, numa mistura conhecida como “Congri”, uma abreviação exclusivamente cubana para o nome “Moros y Cristianos”, que nada mais é que arroz e feijão vermelho servidos juntos. Este é o acompanhamento para praticamente todos os pratos que você venha a pedir. No hall dos “platos fuertes”, ou pratos principais, há oferta de carne, frango, peixe e muitos frutos do mar, todos com um tempero muito agradável e nada picante. Até as massas e pizzas são boas e variadas. A única coisa que deixa a desejar são as sobremesas. O mais típico é um flan de leche, que eu diria que está a anos luz de distância do nosso bom e velho pudim de leite condensado.

Embora muitas vezes não tão requintados, os restaurantes locais são bons, sendo que o preço de um jantar para casal com entrada compartilhada, prato principal e sobremesa, sem vinho, custa cerca de 50 a 60 CUCs (moeda local, equivalente ao dólar). E se você der sorte, como eu dei, pode até chegar a comer um prato de lagosta por 10 CUCs!  Mas atenção, tudo deve ser pago em dinheiro, pois cartões são raramente aceitos por lá.

Há também em Cuba uma opção muito curiosa que são os chamados “Paladares” – pequenos restaurantes montados dentro das casas de Cubanos, acreditam? Pois é… os preços aí tendem a ser um pouco menores que em restaurantes tradicionais, e a comida é muito caprichada e caseira, além da qualidade ser bastante controlada. Eu estive em um que se chama PISO 15, fica no 15º andar de um prédio residencial em Havana (Calle 15, No. 152, apto. 142). Uma experiência totalmente inusitada, e fantástica!

Enfim, as dicas gastronômicas são muitas, mas resumindo, uma vez em Cuba, não deixe de:

  • Ir comer em um Paladar;
  • Tomar um mojito em “La Bodeguita del Medio”, um bar ultra-badalado no meio do centro histórico de Havana;
  • Jantar, ou até mesmo almoçar na Plaza de la Catedral, onde os restaurantes colocam as mesas no meio da praça e você pode apreciar uma boa música vinda dos artistas locais
 Lá, comemos uma entrada de lagosta com tomates que estava divina:

  • Ir a um show do Buena Vista Social Club. Eles se apresentam na maioria dos dias no Restaurante Café Taberna, que fica na Plaza Vieja, também no centro histórico de Havana. O ingresso custa 50 CUCs por pessoa e inclui o jantar, que foi composto de uma entrada de salada tipo salpicão de macarrão:
 
O prato principal que poderia ser peixe ou carne:

Opção com frango

Peixe

e uma sobremesa que parecia um mousse de chocolate:

Nada muito elaborado, mas um contato bem agradável com a famosa salsa cubana ;

  •  E finalmente, experimentar os famosos charutos cubanos após uma refeição. Segundo a tradição, eles precisam ser acompanhados de rum Havana Club. Lá, o que não vão faltar são drinks com esta bebida: mojito, cuba libre, piña colada, e um brinde a todos!

Ps: para quem se interessar mais sobre a vida e o regime político-econômico-militar de Cuba, fica a dica do blog “Generación Y” (http://www.desdecuba.com/generaciony/), mantido por uma Cubana, mesmo com muita censura e dificuldade. O blog conta com traduções voluntárias para 20 idiomas, e é uma pequena amostra de como a realidade de Cuba chama a atenção de todo o mundo.”

Quem ficou com vontade de fazer as malas agora mesmo, levanta a mão. o/ ;)

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22 novembro
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Os melhores cookies do mundo (ou de NYC, como queira)

Como diriam nos programas vespertinos: Vamos falar coisa boa, amiguinha? Vamos falar então de GULOSEIMAS DE NYC!

Uma querida que está em NYC, a Adriana Ribeiro, ficou impressionada com os cookies absurdamente deliciosos feitos pela Levain Bakery e achou muito digno que eles estivessem presentes aqui no BOCCANERVOSA.

Eu fico é muito feliz, pois adoro quando escrevem posts aqui pro blog e gosto mais ainda quando se trata de qualquer coisa vinda de NY. :)

A Levain é uma padaria artesanal em Upper West Side e seus cookies de 170 gramas CADA UM foram considerados pelo jornal The NY Times como “os mais divinos” da ilha de Manhattan.

Mas vou deixar a Dri contar melhor sobre esse belo achado:

“ I spy with my chillybeans eyes Levain bakery on the West Side!

-this is not just a story about a cookie.

O sábado amanheceu ensolarado em New York City. Os raios de sol davam um toque especial as cores que o outono traz a cidade a esta época do ano. 

Às 10:30 da manhã  as crianças brincavam nos parques, as pessoas caminhavam com seus cachorrinhos e, para quem havia acordado com fome naquela manhã, as opções para um autêntico “west side brunch” eram plenas.

Depois de caminhar por alguns blocos, admirando a arquitetura ao redor e dizendo um lovely  “hello, NYC! I missed you very much” a esta cidade TÃO especial, finalmente cheguei ao meu destino: Levain Bakery!

E foi o destino mesmo que me levou até lá! O mesmo destino que me fez mudar para SP por alguns tempos, para que eu encontrasse o meu futuro; que deu uma escapadinha para São Paulo sem me avisar! Mas esta é outra historia!

Vamos ao que interessa:

Levain Bakery…. Imagine um cheirinho de chocolate que te envolve de uma maneira que, sem perceber, você comeca a sorrir sem nenhum motivo!!

Assim que você pisa na esquina da Amsterdam Avenue com a 74th Street é este o  aroma que te faz descer no basemant do prédio 167, onde existe a melhor cookie de NYC!!!!

O lugar é obviamente super simples! Muitas vezes em NY quality comes like that, with simplicity! 

Havia fila, mas o serviço é nota 10!

Assim como me sugeriram, pedi uma Chocolate chip walnut cookie e um copo de leite. Talvez isso tenha me custado USD 5,50 but i am not so sure já que a ÚLTIMA coisa na minha cabeça era dinheiro!

Sente só a altura desse cookie e o tanto de recheio que vai no meio dele!!!

 

Tudo que eu queria era saborerar aquela cookie e curtir o vibe da minha estação favorita, que é o Outono em New York!

A cookie era bem encorpada, com nozes e pedaços de chocolate quentinhos que derretem na sua boca junto com aquela massa docinha e soft!! 

Perfect combination with milk but i believe a cup of Joe for those who are a fan would go with the cookies just fine too.

Depois de comer metade da minha cookie resolvi caminhar para o meu local predileto na city: Strawberry Fields.

Lá, terminei de saborear meu café da manha ao som de Beatles e outras músicas tocadas pela galera que, assim como eu, adora um hang out time at Central Park!

Tamy, este passeio é um totally must do while you are in the city. Se o tempo estiver bom, vá caminhar no parque depois de comprar as cookies. Se estiver nevando, compra um hot chocolate e senta na janelinha da bakery e enjoy the snow flakes falling down!

Faça chuva ou faça sol, não deixe de visitar a Levain Bakery!

Maiores informações sobre a Levain Bakery podem ser encontradas no site: http://www.levainbakery.com/“ 

 

Aff. Que pecado esse cookie!  Obviamente estará na minha próxima To Do List quando voltar a NYC.

 

Enquanto isso fico aqui, na vontade. E desejando que venham mais dicas deliciosas como essa, de quem quiser se aventurar aqui pelo blog. Be my guest!! ;)

 

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