Archive for the 'Comida tailandesa' Category

14 março
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O sempre bom Mestiço

15 anos com fila de espera na porta dia sim, dia também. Salvo raras exceções como Carnaval e Ano novo, é essa a situação sempre que passo na porta do Mestiço.

No vasto cardápio constam diversos pratos da culinária thailandesa e outros tantos que variam entre cosmopolitas e regionais. Pronto, justificou-se plenamente o nome do restaurante!

Sempre que vou ao Mestiço namoro TODO o cardápio de opções tentadoras por minutos a fio, mas acabo me fartando mesmo é nas entradinhas que eu considero sucesso em 110% das vezes.

As deliciosas Krathong-Thong (R$19,20): cestinhas crocantes, tipo massa de pastel frita, recheadas com frango moído, milho e temperos – incluindo um toque de coentro.

http://www.mestico.com.br/

São viciantes. O prato todo se vai antes mesmo que você perceba o quanto já comeu!

Da Thailândia você pode cair na Bahia em um pulo só, pedindo a porção que traz à mesa 4 Acarajés (R$21,00) gorduchos, crocantes e acompanhados por um vatapá da casa, um pouco mais condimentado do que o normal.

Para os que não caem de paixão por culinárias tão étnicas, aproveite para conhecer o lado mais contemporâneo da cozinha do Mestiço e pedir o sempre bem executado Provence (R$53,10): filé ao molho de vinho branco com champignons, batatas e fresquíssimos aspargos  perfeitamente grelhados.

Esse Provence é algo assim..CERTEIRO. Taxa de arrependimento próxima a zero!

Preciso voltar logo para provar um dos pratos que entraram mais recentemente no cardápio, o Chaya: medalhão de filé, shiitake recheado com quinoa e legumes, batata doce sautée e cebolas caramelizadas.

Fonte: www.mestico.com.br

Entre as opções para a sobremesa está o carro chefe da casa, o frozen iogurte produzido por eles. Nesse dia pedi o bom sorvete artesanal de limão com baba de moça – que surpreende por não ser enjoativa, mas sim suave e fluída.

 

Quando a pedida for por um jantar literalmente miscigenado, já sabe onde ir para ser feliz! ;)

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11 outubro
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De Thai a Tapas em um pulo.

Você percebe que um restaurante  faz tremendo sucesso quando ele se vê positivamente obrigado a estender seu horário de funcionamento ou ter que encontrar alternativas para dar, nem que seja de vez em quando, a oportunidade de quem não consegue ir durante o horário regular conhecê-lo.

É assim com a Condimento, que acaba de anunciar uma leva de jantares temáticos que acontecerão toda quinta-feira.

TODOS COMEMORAM! o/

Se os pratos servidos no almoço já são sensacionais e fazem a pequena casa no Anália Franco ficar lotada dia sim/dia também, imagino essas delícias “fora do comum”o que não vão causar…

O primeiro jantar, que acontece nessa semana (13/10), já vira do avesso o conceito de bistrô que faz delícias americanas e coloca na mesa pratos de inspiração Thai.

*****Update*****

Jantar conferido e detalhado para você:

ENTRADA:
Salada de manga verde

Mix de folhas fresquíssimas com equilibrado molho agridoce, levemente apimentado.

Sopinha de cenoura com gengibre e mini coxinhas tailandesas


O que era essa sopa? Uma verdadeira delícia cremosa que fez o pessoal pedir bis. Encorpada, aromática e aconchegante são as palavras que a definem.

As coxinhas chegaram a mesa de maneira exemplar: fritura perfeita, crocante, sequinha…como todas deveriam ser.  O toque especial fica por conta da massa a base de mandioca e do recheio feito com frango, milho e especiarias (que no chute eu arrisco curry, gengibre e talvez um toque de gergelim). A geléia de pimenta dava o toque de mestre a esse quitute que me conquistou!

PRINCIPAL:

Degustação de 3 curries (frango, carne e camarão) com arroz de jasmim e chips de banana

Quem torce o nariz para pratos a base de curry por conta do sabor predominante e intenso dessa especiaria, deveria ter tido o prazer de provar esse trio servido no jantar de ontem. A versão de frango, que levava belos nacos de abacaxi, foi a queridinha da noite.

Todos estavam sutis e agradáveis aos paladares menos acostumados a esse tipo de comida. Sem contar que o de camarão era feito com lindos camarões médios que mal cabiam na cumbuquinha!

 

Juro que eu não aguentava mais um fiapo de alho poró crispy dentro do meu ser, mas ainda precisava provar o último prato da noite e a sobremesa
Pad Thai (talharim tailandes com broto de feijão, amendoim e especiarias)

Não é por nada não, mas o Pad Thai aí de cima deu um pau em muitos que eu já comi em restaurantes especializados na culinária Thai. Esse tom caramelado que você vê na foto já me deixa com água na boca só de olhar. Cubos de um ótimo tofu, vagens tortas e amendoins gordinhos acompanhavam a massa de sabor adocicado e apimentado.

SOBREMESA:
Creme de côco c/ calda de gengibre

Parecia um creme brûlée, visto do alto. Aí você dava uma colherada e descobria uma camada de fios de côco (que eu diminuiria pela metade, mas isso pq não sou fã da fruta) em cima de um DELICIOSO creme de baunilha. Sedoso, suave…ai!

A calda era na verdade um caramelo maravilhoso, delicadamente saborizado pelo gengibre. Só acho que ele podia ter uma consistência mais fluída.

Por R$ 55,00/pessoa serão servidos couvert, entrada, prato principal, sobremesa, uma bebida típica e água à vontade.

Para as próximas semanas estão programados os seguintes jantares: mexicano, tapas espanholas, árabe e brasileiro.

Meu lugar nesse pedaço do paraíso já está reservado e, como boa BOCCANERVOSA que sou, te aconselho a fazer o mesmo – e RÁPIDO . ;)

Reservas:

tel.: 11-3554-1525
e.mail: contato@condimento.com.br

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19 maio
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Vem pra Bali, gente!

Simplesmente AMO/ADORO/SURTO DE FELICIDADE quando alguém querido faz um post aqui para o blog! E dessa vez o post é internacional e suculentíssimo. o/

O Klein trabalhou comigo na Ticket e participou da fase profissional mais “lúdica” de todos nós. Fase onde sempre íamos almoçar em divertidos grupos pela região da Paulista e éramos felizes e talvez até sabíamos. rs

Aí o Klein é daquele tipo de pessoa que conhece tudo o que você nunca ouviu falar na vida e tem os gostos mais peculiares, desde o som que ouve até os brinquedos educativos que deve dar para as crianças da família. Diante desse perfil, não foi tanta surpresa quando soubemos que ele faria um mochilão por onde? Pela Tailândia, Indonésia, Laos e etc. Super convencional, né? NOT.

O rapaz gostou tanto que decidiu voltar para lá nesse ano e vem de Bali o post maravilhoso que ele preparou para a gente.

Para os mezzo perdidos, que nem eu, vou localizar Bali de modo didático (clica que aumenta):

Pois bem, Bali é o ponto A ali embaixo e a seguir você morrerá de lombriga de coisas que estão a mais de, sei lá, 10.000 km daqui…

Bali e os prazeres de comer bem (e barato)


Durante grande parte da minha vida eu acreditei que Bali era só uma cidade litorânea em Java que atraia muitos turistas. Foi só recentemente (ano passado para ser preciso) que eu descobri que não se trata apenas de uma cidade, e sim uma ilha que, ainda que de tamanho reduzido (60km x 80km), é riquíssima culturalmente, única na Indonésia com maioria hindu além de ter aparecido nos noticiários recentemente com os atentados em 2004 e com o livro/filme “Comer, Rezar e Amar”, que tem parte de sua narrativa em Ubud, pacata cidade no interior.

O fato de Bali ter maioria hindu garante, ao contrário das ilhas com maioria muçulmana, que o porco faz parte da alimentação. E foi um prato que leva carne de porco que me levou a Bali e especificamente Ubud: o babi guling. Em linhas gerais, o babi guling nada mais é que um porco assado recheado com uma série de temperos. No prato, ele é acompanhado de arroz, alguns vegetais, chouriço e, se você pedir o spesial, um pedaço da crocante e suculenta pele do porco. Ainda que seja um prato típico da ilha, em Ubud eu só encontrei um restaurante que especializado em tal iguaria: o Warung Ibu Oka, algo como “A tenda da senhora Oka”, que é famoso na cidade, na ilha e por que não, no mundo também. Ok, exageros a parte, o Warung Ibu Oka é de fato uma referência e só abre das 11h às 15h. Fiquei cinco dias em Ubud e no primeiro dia esqueci completamente do babi guling; no segundo, cheguei no restaurante por volta de 12h30 e por ele estar lotado, não tive paciência para esperar para comer. Do terceiro dia em diante, a minha tática foi simples, porém eficiente: chegar no restaurante na hora da abertura.

Logo na entrada você vê o porco sendo cortado e destrinchado para fazer os pratos e quando a carne acaba, logo chega mais um carregamento. Muitas pessoas ficam fora tirando fotos; as que estão dentro fazem o mesmo. O porco é de fato uma grande atração do lugar. Pois bem, cheguei cedo nesse dia, peguei um lugar e pedi o prato, acompanhado da Bintang, cerveja local trabalho digno. Em segundos o prato e cerveja chegam na minha mesa. Uma foto, duas fotos, três fotos. Muita expectativa, criada em parte pelo fato de que o Sr. Anthony Bourdain afirmou que essa era a melhor carne de porco que ele havia comido na vida. E felizmente as expectativas foram mais do que superadas. Faço minhas as palavras do Sr. Bourdain e afirmo que foi sem dúvidas a melhor, mais tenra e saborosa carne de porco que eu já comi na vida. E nesse prato são todos vencedores: o arroz e os vegetais levam com facilidade o troféu de coadjuvantes, ao passo que a pele crocante é a cereja do bolo nesse simples, porém inestimável prato.

Não sei se foi a fome, não sei se foi o sentimento de culpa de não tê-lo comido nos dois dias anteriores ou se foi a constatação de que eu só teria mais duas oportunidades para aproveitar essa iguaria, mas o fato é que eu pedi mais um. E pediria outro se não fosse a “Parte 2” do almoço.

Complemento:

Quem me conhece razoavelmente bem sabe que dois pratos como o babi guling não são suficientes para matar a minha fome, especialmente se eu passei a manhã inteira zanzando pela cidade. Outra especialidade da ilha, com uma fama menor do que deveria ter é o bebek betutu (pato assado). Durante a viagem entre o porto e Ubud, vi esse nome por diversas vezes, sempre acompanhado da foto de um pato. Quando estava em Ubud, fiz uma pesquisa simples no Google (bebek betutu ubud) e descobri onde ficava um bom restaurante para comer esse prato. Depois do 1º almoço do dia, andei uns quinze minutos até o “Pond Restaurant” que, como o próprio nome revela, possui uma pequena lagoa ao lado. O restaurante é grande e luxuoso, pelo menos para quem estava acostumado a fazer todas as refeições na rua. Outra característica interessante dele é que não haviam turistas “sozinhos” comendo lá, apenas grandes grupos trazidos em enormes e coloridos ônibus. E basicamente esses grupos eram formados por chineses (ou taiwaneses; ainda não consigo distinguir um do outro), todos com crachás identificando-os. Enquanto esperava pelo meu prato engajei-me numa rápida e superficial pesquisa antropológica ao observar o comportamento desses grupos de turistas.

Voltemos à comida. Por ser um restaurante com certo nível de luxo, um antepasto é oferecido antes do prato principal. Antes de comer, eu achava que eram pétalas de rosa secas, mas ao mesmo tempo eu achava isso esdrúxulo demais para ser oferecido como comida. Na verdade eram fatias de batata doce acompanhadas de um molho de tomate levemente apimentado. Pouco tempo depois chega o prato principal: uma grande travessa retangular com um punhado de arroz em formato de cone, alguns vegetais, três tipos de molho (cebola, apimentado e doce) e a estrela, o pato. Tirando a cabeça e as patas, estava tudo lá, deliciosamente crocante e hipnotizante. Comi o arroz e os vegetais para abrir espaço no prato. Ainda que eu tivesse garfo e faca, seria um desrespeito com o pato se eu bancasse o açougueiro nessa hora. Além do motivo citado, é muito mais fácil usar as mãos do que garfo e faca e também tem a história de que quando se come com as mãos tem-se a impressão de que o gosto das coisas é melhor sentido.

Enfim, imaginem um cara com o cabelo bagunçado e sem fazer a barba a mais de um mês comendo ferozmente um pato com as mãos. É uma imagem comum se você está no período paleolítico, o que definitivamente não era o caso.

E essa foi minha rotina durante três dias. E só de pensar nesses pratos já dá (literalmente) água na boca. Ah,e pra quem ficou curioso, o babi guling custa R$ 5,50 o prato, a cerveja custa R$ 4,50 e o bebek betutu custa R$ 17,00. Preços módicos para exercitar o prazer de comer bem.

Gente, eu não consigo ter dúvidas que teria as maiores experiências gastronômicas da minha vida viajando para um lugar desses. Toda a diversidade de temperos e suas diferentes utilizações certamente fazem a diferença nessa tão marcante culinária.

Klein, amei!!! Você fica me devendo a dica de um doce típico, mas te perdôo diante desse post que eu tanto aguardei. ;)

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14 abril
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Marakuthai – Finger Food version

Amei quando vi há instantes que o surpreendente Marakuthai agora serve almoço composto por um buffet de mini cumbucas. :)

Tem coisa mais delícia do que provar vários pratos e matar muitas lombrigas de uma só vez?

Veja as fotos (todas “emprestadas” do Marakutices)

Tartare de salmão

 

Às quintas, sextas e sábados essa mesa de pequenas gostosuras (salgadas e doces, opcionalmente) elaboradas pela Chef Renata Vanzetto podem ser apreciadas, pagando um precinho camarada:

QUINTAS E SEXTAS: das 12:00 às 15:00.  Buffet R$ 34,00 _ Mesa de doces R$ 10,00

SÁBADOS : das 13:00 às 16:00. Buffet R$39,00 _  Mesa de doces R$ 12,00

Ouvi dizer que as opções de sobremesa são mais ou menos essas: bolo de pequi com calda de coco, bolo de banana com doce de leite e  torta de chocolate cremoso com damasco e castanha-do-pará.

Até salivo de tanta vontade. ;)

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19 maio
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Jus à fama

Nem eu acredito que demorei tanto para dar vida a esse post, mas é que a semana tá corrida (TKSGod).

Olha só…no domingo fui conhecer o tal do Marakuthai. :) :) :)

É que eu já estava me sentindo um ET por ainda não ter provado as maravilhas contemporâneas, com um toque thailandês, da chef prodígio Renata Vanzetto – linda, jovem e talentosa demais pelo que pude ver – que eu sempre leio por aí, principalmente no Gastrolândia.

O que eu posso dizer de lá é que vale a pena ir pelo menos uma vez, nem que seja para tomar um drink.

O ambiente é todo diferentão, com uma cara de casa de tia “véia” onde nada combina com coisa nenhuma, mas ao mesmo tempo têm seu charme e concordância entre as partes.

Fomos direcionados pela hostess ao andar de cima, na mesa mais reservada do restaurante: ao lado de uma geladeira e em frente aos banheiros. o.O  Eu nem reclamei de nada, pois estava muito mais ansiosa pelos meus pratos do que qualquer outra coisa.

Pra facilitar, segue abaixo a relação dos pedidos e todas as impressões sobre eles:

Drink da casa (Sakê, acerola, hortelã e gengibre) com uma pegada super refrescante e exótica. Para quem REALMENTE não espera algo doce ou tradicional, mas sim um drink que mais parece um tempero alcoolico.

Entrada

Bolinho cremoso de camarão empanado na castanha de cajú, na companhia de molho de pimenta e sakê. Gostinho total de Bahia, com um toque adocicado das castanhas e uma fritura que tá prá nascer igual: sequinha de um jeito que nunca vi.

R$ 22 por essas 4 belezuras.

Pratos principais

O meu: Filé de avestruz ao molho cremoso de shitake, farofa de castanhas e arroz de jasmin (R$45,00)

E a indecisão que bateu depois que fiz o pedido? E se meu primeiro avestruz me traumatizasse depois do aviso que a carne viria “ao ponto”, para que não se tornasse rígida?  Tudo bullshitagem.

Achei o máximo essa nova carne em minha vida!

Mais parecida com a carne bovina, mas de um sabor marcante e um tanto quanto adocicado -  o que torna um pouco enjoativa a experiência (nada que menores quantidades não resolvam).  O molho de shitake estava excelente e a farofa de castanhas merece uma salva de palmas. Aliás, tudo que leva castanhas merece ir para o céu.

Repare no charme das cumbuquinhas e cia.

O dele: Peixe branco empanado na farinha de milho grossa, guarnecido por purê de batata doce e tomate cereja confit (R$49,00)

Lascas lindas e tenras acompanhadas de uma casquinha temperadinha e que poderia vir aos quilos no prato. O purê era doce além da conta, mas em conjunto com o peixe formava um casal super harmonioso.

Peixe em seu melhor estado.

Olha…tudo muito bem executado  e no capricho! Sabores intensos que me deixaram feliz da vida.

Só que está faltando a melhor parte, né? A sobremesa. Sim…a hora mais difícil. Pois são os doces que me encantam mais e eu sempre quero comer de todos.

Aí, para que eu não sofresse por não ter provado uma ou outra invencionice da casa, optei pela panelinha de brigadeiro – que  de “inha” ela não tem nada…serve MUITO bem umas 3 ou 4 pessoas, dependendo da formiga que vive dentro de cada um.

Oi? Embrulha que eu vou levar o resto pra casa

Mas fica aqui a minha nota 10 para o brigadeiro suave e sedoso que está a léguas de ser enjoativo – o que é, praticamente, um milagre.

Se gostou, trate de fazer reservas. Pelo o que eu sei o lugar bomba noite após noite – merecidamente. ;)

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