Archive for the 'Invencionices' Category

19 junho
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Culinária de pescoço

Moda de novela é o tipo da coisa que muito dificilmente rola comigo. Mas desde que eu botei os olhos no colar com pingentes de utensílios de cozinha que a personagem Nina, de Avenida Brasil, usa dia sim dia também eu fiquei meio obcecada por eles.

Aí que na semana passada, durante a Festa Junina do Restaurante Na Cozinha, conheci a Lilian da Fashion Chef e lá estava ela com um desses colares.

Além da Fashion Chef confeccionar lindos dolmãs personalizados agora eles vendem a coleção de pingentes feitos em prata e osso (R$250,00 cada par), assinada por Rodrigo Mascarenhas.

 

Mas como eu sou chata de pai e mãe é óbvio que eu queria os tais pingentes não em prata, mas sim dourados. E então descobri a Levittá Boutique que comercializa as belezuras do jeitinho que eu gosto:

 

 

 

O par de pingentes banhados a ouro custa R$ 49,00 (com as pedrinhas sobe para R$ 59,00). Me informei com eles e cada remessa que chega acaba quase que instantâneamente…poder que só uma novela das 8 exerce no mercado brasileiro.

Por isso já garanti o meu par que, em breve, carregarei pra cima e pra baixo no pescoço. ;)

14 junho
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Acontece nesse domingo o evento Rua Verde, na nobre Rua Amauri.

Inspirado no Nature Capitale, realizado em 2011 em Paris, o Grupo Doria criou a Rua Verde - evento que acontece no dia 17.Jun e sua primeira edição tem como tema a sustentabilidade e reunirá diversas estações com atividades culturais e de lazer e cardápios desenvolvidos pelos restaurantes da Rua Amauri para a ocasião.

Pela agenda que foi divulgada a oficina que terá mais foco em sustentabilidade são as promovida  pela Coca-Cola, que abordará o tema da reciclagem e a Associação AME Jardins, que distribuirá sementes e ensinará como se faz uma horta orgânica.

Entre os estabelecimentos participantes podemos encontrar os restaurantes Ecco, Forneria San Paolo, Lanchonete da Cidade, Trindade, Porto Rubaiyat, Parigi, entre outros.

Cada restaurante desenvolveu um menu saudável para o evento, como esse oferecido pelo Ecco:

Entrada

Gula / molho roquefort

Rúcula, endívia, escarola frisê, tomatinho, queijo de cabra, pistache e mix de pimentas (½ R$ 30,00/ inteira R$ 40,00)

Prato Principal

Truta grelhada ao limão, azeite e ervas com arroz e amêndoas (R$ 51,00)

Ravioli verde de pera com molho leve de gorgonzola e nozes (R$ 43,00)

Sobremesa 

Torta de maçã com sorvete de creme (R$ 19,00)

 

Os chefs dos restaurantes participantes irão para a rua ensinar algumas receitas ao público:

15h: Chef Francisco das Chagas – Restaurante Ecco
16h: Chef Hilda Vinagre – Restaurante Trindade
17h: Chef Edinaldo Santana – Restaurante Dressing
18h: Chef Rodrigo Gonçalves – Restaurante Forneria San Paolo

Caso o evento atinja outros públicos que não somente os endinheirados da região, será possível beliscar nos carrinhos de pipoca Yoki, sorvetes da Kibon,  as castanhas carameladas da Nutty Bavarian e algodão doce da Brilat Gourmet.

Bom lembrar que durante o evento, a Rua Amauri será fechada ao trânsito, das 12h às 19h, entre as avenidas Nove de Julho e Faria Lima, trecho em que será estendido um tapete verde feito de material reciclado. ;)

11 abril
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A feira que é o sonho de todo comilão

A genial ideia do chef Checo Gonzales já se alastrou por todos os cantos e eu aposto que vai dar muito mais que certo!

Ele promoverá mensalmente, em parceria com diversos chefs, a feira “O Mercado“.

O esquema é simples: rodar pelas barraquinhas muito bem selecionadas e escolher tudo de delícia que você quer comer, por preços que vão de R$5,00 a R$ 20,00.

A vontade que eu tenho é de dar um abraço nele por tirar do papel uma iniciativa tão boa quanto essa!

Veja abaixo o que rola na primeira edição que acontece das 24:00 de 21/abril às 05:00 do dia 22:
Alexandre Leggieri/Herbert Bierwagen _ Cannoleria: cannoli

Fonte: http://www.cannoleria.com/

Carlos Ribeiro _ Na Cozinha Restaurante: buraco quente

Fonte: http://colunistas.ig.com.br/comidinhas

Checho Gonzales _ Cebicheria Gonzales: anticuchos e cebiches


Daniela Bravin _ Bravin: vinhos e coquetéis


Dagoberto Torres _ Suri Ceviche Bar: arepas


Deepali Bavascar _ sabores da índia: samosas vegetarianas

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/culinaria/receitas/samosa-425259.shtml

Henrique Fogaça _ Sal Gastronomia: Sanduíche no pão ciabata com carne seca desfiada, azeite de gengibre, queijo de cabra, tomate e rúcula

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo

Janaina Rueda _ Bar da Dona Onça: arroz de puta rica

Fonte: http://vejasp.abril.com.br

Lourdes Hernandez _ Casa dos Cariris: tostadas, margaritas e micheladas

Fonte: http://revistaepocasp.globo.com

Marcos Carnero _ Pão filosófico: pães

Fonte: http://cadernodopadeiro.blogspot.com.br/

-Pipa/Kerstin – Comida de Papel (burgueres)
-Rene Aduan Jr. – Alma Rustica Gastronomia (defumados e hidromel)

Fonte: http://almarustica.com/hidromel-hummel/

-Tibira – Caos (coquetéis)

Fonte: http://blogs.obaoba.com.br/tanapista/bem-vindo-ao-caos/

A entrada é gratuita e você só paga o que consumir. ;)

R. Minas Gerais, 352 – Higienópolis (Pátio do Sal Gastronomia)

30 novembro
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De olhos bem fechados

Você se lembra quando eu comentei aqui no blog sobre uma leva de blind dinners que aconteceriam no Sofitel durante esse fim de ano?
Pois então, EU ESTIVE LÁ! :)
E foi animal!
Só para relembrar, os blind dinners são refeições que você faz vendado, sem saber o que será servido – orientando-se através dos seus outros sentidos para conseguir não derrubar a taça, tentar adivinhar os ingredientes, etc.
Cheguei ao Sofitel e logo todos os 12 ou 15 participantes do jantar daquela noite estavam prontos para serem vendados e levados até suas mesas, dispostas em uma sala vedada do hotel.
O acompanhamento aos “vendados” e todas as informações iniciais foram transmitidas com MUITA simpatia pelas meninas do Ateliê no Escuro, que promoveu o jantar.
Eu e minha amiga sentamos juntas em uma mesa, sem enxergarmos um palmo na nossa frente. É nesse momento que bate uma certa ansiedade!
No caso da estabanada aqui era bem mais pelo medo de derrubar a mesa junto com prato, copo, talher e amiga no chão.
Mas logo você se sente mais tranquila, pois há uma equipe que te orienta a todo instante e te avisam que “estou servindo o vinho na taça próxima à sua mão direita”, ” vou trocar o prato pela sobremesa”, ” à sua esquerda estou colocando uma lavanda”… e assim vai.
A verdade é que em poucos minutos você cria uma mapa mental sobre todos itens dispostos ao redor do seu prato e consegue, magicamente, “orquestrar” tudo o que precisa. E eu digo isso com a propriedade de quem, sem venda, já teria espatifado a taça mais próxima e conseguiu manter a compostura até o final.
Antes de começar a comilança no escuro, toda uma “ambientação”  é criada para que os participantes entrem no clima da noite: músicos tocando instrumentos diferentões como derbak, carron, guizo de pé e outras percussões e sopros, que se mesclam os trechos de poemas que são recitados entre as mesas cada vez que um novo prato é servido.
Em pouco tempo você começa a sentir como se estivesse jantando no interior de uma tenda árabe, repleta de panos, almofadas, luminárias e se bobear um camelo decansando do lado de fora.
A audição fica muito mais apurada e as conversas das mesas ao redor começam a se tornar SUPER audíveis, como se as pessoas estivessem sentadas a um palmo de distância de você. Como não vemos sequer a cara da sala onde o jantar é servido, todo esse layout só seria descoberto ao final do jantar.
Por falar em pratos, essa foi a única parte que me deixou um pouco frustrada. Afinal de contas eu estava em um jantar feito pelo Chef do ótimo P. Verger e esperava mais criatividade e inovação em relação ao que foi servido:

ENTRADA LÍBANO

Homos, Babaganush e Tabule com pão sírio, torrada de alho e pão 7 grãos harmonizado com Vinho Libanes  Branco

O básico do básico do básico de qualquer restaurante árabe. Quando provei o Babaganush já pude até adivinhar quais seriam os conteúdos  dos outros potinhos.

Ou seja, não rolou muita dúvida sobre qual era a entrada, que estava deliciosa mas podia ter conferido um início muito mais intrigante ao jantar se fosse algo mais inusitado.

PRATOS PRINCIPAIS MARROCOS

1. Couscous de frango com linguiça calabresa, cenoura, nabo – harmonizado com Vinho Libanês Tinto

Couscous marroquino, gente! Santa dificuldade em adivinhar! ahhaha  Estava muito bom e bem condimentado e apesar de eu ter, desde o começo, apostado que levava frango, houveram diversas pessoas que pensaram ser um pernil.

E prova daqui, e cheira dali e desfia acolá…tudo para tentar descobrir de qual carne se tratava.

Além disso, o nabo se passou por xuxu fácil! E olha que eu dificilmente comeria um pedaço de nabo por livre e espontânea vontade – não só comi como também não achei ruim.  O que prova ainda mais que eu sempre devo estar aberta a novas opções, por menos apetitosas que elas me pareçam aos olhos. rs

2.Tajine de Cordeiro com damasco, uvas-passas e avelãs

Se teve um prato com algo de diferenciado foi esse.

90% dos comensais acreditaram que se tratava de alguma carne bovina um pouco mais fibrosa. E não que eu queira me gabar, hahah, mas tenho testemunhas de que o fundo adocicado do sabor do cordeiro não me permitiu acreditar que aquilo fosse uma alcatra ou whatever.

SOBREMESA TUNÍSIA

Arroz doce com leite de Laranja e espuma de chocolate/Tâmaras/ Folhado de Damasco harmonizados com Vinho Argentino de sobremesa Las Perdices – Malbec Ice

Bem executados, mas ainda assim muito fáceis de se adivinhar. Não teve desafio na parte mais deliciosa da noite!

Agora, esse vinho…ah…esse vinho! Já posso falar por aí o nome do vinho da minha vida!

Cheiroso, quase licoroso, com notas que lembram ameixas ou cerejas ou frutas roxas e suculentas…sabe deus quais seriam. Só sei que amei!

Após todo o jantar ter sido servido, tiramos nossas vendas e pudemos ver que aquela sensação de estar dentro de uma tenda árabe repleta de almofadas, lenços decorativos e etc não passou de uma divertida imaginação criada pelas nossas mentes, que foram devidamente influenciadas pelos músicos e todos os artíficios utilizados durante a noite para ativar nossos sentidos. Estávamos em uma sala super clean, desprovida de qualquer decoração. Ah, e as mesas ficavam a metros de distância umas das outras – o que prova que eu não sou tão surda quanto imagino, só preciso não enxergar para que os ouvidos voltem a ficar afiadíssimos. rs

Para finalizar, o Chef Patrick Ferry entrou em cena tanto para ouvir as impressões que tivemos sobre a noite quanto para detalhar todo o cardápio servido.

É nesse momento que os pratos são mostrados e aí, em meio ao vucovuco causado pela curiosidade de todos, eu tirei as belíssimas (só que ao contrário) fotos abaixo:

Entrada

Couscous Marroquino

Tajine

Sobremesas

Para quem se interessou, ainda dá tempo de se inscrever para o jantar do dia 15/12. O jantar no escuro promovido pelo Ateliê também apareceu durante o quadro Brasil sem Cigarro, no Fantástico —->Ateliê na Globo
Fica a dica de uma experiência que vale a pena ser vivida, nem que seja para ter mais consciência de como o nosso cérebro funciona em situações inesperadas. ;)

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21 outubro
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O que os olhos não vêem, a boca sente!

Experiências gastronômicas são comigo mesmo! Sempre tive vontade de participar de um jantar às cegas e parece que agora chegou a hora.

O SofitelIbirapuera, em parceria com o Ateliê no Escuro, promoverá até o final do ano alguns jantares “no escuro” em seu delicioso restaurante , o P. Verger  - comandado pelo chef  Patrick Ferry.

Para quem nunca ouviu falar nesse conceito de refeição, trata-se de um jantar no qual os convidados são vendados e, consequentemente, todos os outros sentidos ficam mais atentos à comida.

Texturas são mais  percebidas, assim como sabores são distinguidos de modo mais apurado. Afinal de contas, seu cérebro tentará descobrir de qualquer maneira qual é o alimento “secreto” que a boca está mastigando ali, na surdina.

Serão 3 edições nos dias 27/10, 24/11 e 15/12, sempre às 20:00.  Em cada uma delas, ao custo de R$ 240,00, os participantes tentarão adivinhar de olhos vendados uma entrada, dois pratos, sobremesa, água e vinho harmozinado com o tema.

E o tema, se tratando de P. Verger será “As diversas regiões da França” – olha, não sei quais serão e nem nunca fui para a França, mas não tenho dúvidas de que há de ser SOBERBO!

Nas oportunidades (veja uma aqui) em que provei a comida do P. Verger e do Sofitel sempre fui bem surpreendida. Comida francesa linda, executada com excelência e, principalmente, saborosíssima!

Se o bolso permitir essa pequena extravagância, recomendo que você se preocupe em fazer uma reserva (atelie@noescurogastronomia.com.br) o quanto antes, pois provavelmente cada edição será programada para pequenos (e sortudos) grupos. ;)

 

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